
Ao contratar um seguro, tanto a seguradora quanto o segurado têm alguns direitos e deveres, mas é importante conhecer os motivos para seguradora não pagar sinistro.
Por isso, é sempre bom manter tudo atualizado para não correr risco de perder as coberturas do seu seguro.
Leia o nosso artigo e fique por dentro das situações em que a seguradora não é obrigada a pagar o sinistro. Confira!
7 motivos para seguradora não pagar sinistro
É de suma importância entender todos os detalhes da apólice de seguro que você contratou ou vai contratar.
Para que você não tenha nenhuma dor de cabeça com o seu seguro, é essencial saber quais situações a seguradora está juridicamente resguardada a não fazer o pagamento da indenização em caso de sinistro coberto em apólice.
As situações podem ir desde o fornecimento de informações falsas até o agravamento proposital de riscos. Portanto, veja a seguir os principais motivos que podem acarretar na perda do direito a indenização do seu seguro:
1 – Documentação solicitada incompleta
Um dos motivos mais comuns para a seguradora se negar a pagar o sinistro é por falta de informações.
É muito importante ter atenção a toda a documentação solicitada pela seguradora, pois estes documentos irão para análise e se algo estiver em falta, o processo será interrompido até que todos os documentos sejam encaminhados.
Essa situação também pode acontecer caso a seguradora peça algum documento complementar que não esteja na lista de documentos que comumente são solicitados.
Mas fique tranquilo, a seguradora tem a obrigação de te avisar quando houver algum documento em falta ou quando houver a necessidade de algum documento complementar.
Nesses casos, o prazo de até 30 dias* que é dado para o repasse da indenização volta a contar do zero.
*Prazo de até 30 dias para repasse da indenização é determinado pela Superintendência de Seguros Privados – SUSEP.
Atente-se a todos os documentos solicitados pela seguradora!
2 – Fornecer informações erradas ou falsas
Muitas pessoas passam informações erradas ou falsas, além de omitir detalhes importantes, quando está sendo feito o preenchimento de questionário para contratação do seguro, com o intuito de diminuir o valor final da cotação.
Lembre-se que a seguradora sempre irá checar se todas as informações são corretas e verdadeiras. Se ficar comprovado que o segurado passou informações falsas no processo de contratação, a seguradora pode negar o pagamento do sinistro.
3 – Ausência de cobertura para sinistro
O seguro sempre vai cobrir apenas as situações que foram contratadas na apólice, ou seja, eventos definidos e acordados durante a contratação. Então, caso tenha um sinistro, é fundamental relatar exatamente o que aconteceu.
Por exemplo: se você se envolveu em um acidente de trânsito e não contratou a cobertura de responsabilidade civil facultativa (que fornecerá cobertura para acidentes que envolvam danos a terceiros) ou contratou com um capital muito baixo, a seguradora não fornecerá assistência ou fará pagamento da indenização limitado ao capital contratado, independente do valor dos danos causados no outro veículo.
4 – Atraso do pagamento da apólice (inadimplência)
Atrasar o pagamento da mensalidade do seguro é um dos principais motivos que geram perda do direito às coberturas contratadas e, em consequência, a seguradora pode não repassar a indenização no caso de sinistros. Dito isso, tente manter seus pagamentos atualizados, principalmente, se o valor da apólice for parcelado.
Não se desespere se você estiver com alguns atrasos, entre em contato com o seu corretor de seguros e verifique o que pode ser feito para regularizar o seu pagamento ou alterar data de cobrança*, visando não perder as coberturas do seu seguro.
*Fale com seu corretor de seguros pois alterações nas datas de pagamento do seguro estão sujeitas a aceitação por parte da seguradora.

5 – Sinistros ocorridos em situações de descumprimento da lei
Outro motivo da seguradora não pagar o sinistro é por situações em que o segurado está descumprindo as leis.
Exemplo: você sofre um acidente onde um menor de idade estava dirigindo o carro.
Nesses casos, o titular da apólice não só está violando as cláusulas contratadas no seguro, mas também estará violando a lei. Nessa situação a seguradora não realizará pagamento da indenização.
6 – Situação de agravamento proposital de risco
Segundo a lei n°10.406 – Art. 768, todo segurado perderá o direito à garantia de sinistros se agravar de forma intencional o risco do objeto do contrato.
Exemplos de situações que podem configurar como agravamento proposital de risco:
- Dirigir falando ao celular ou acima da velocidade permitida;*
- Estacionar o carro na rua e não fechar os vidros, dando margem para os assaltantes roubar os itens do veículo;*
- Estar embriagado ao volante.*
Todas essas exposições de riscos acima do normal e de forma proposital podem acarretar na perda de direito à cobertura do seguro.
É fundamental destacar que, independente do ocorrido, a seguradora fará a análise individual de cada caso antes de definir um posicionamento final.
7 – Informações desatualizadas
Caso o segurado passe por grandes mudanças em sua vida após a contratação de uma apólice de seguro, é necessário informar para a seguradora algumas atualizações. Mudanças como, por exemplo, de endereço/cidade/estado, é uma das que deve ser informada para a seguradora.
Caso contrate um seguro auto e o condutor principal do veículo mude, essa também é uma informação que deve ser passada para a seguradora.
Não informar essas atualizações pode resultar na perda do direito a cobertura.
Agora entenda melhor alguns termos que pode verificar na hora de contratar o seguro.
O que é sinistro?
Sinistro é quando há a ocorrência de um evento coberto na apólice e que cause prejuízos ou avarias a um bem segurado.
O que é apólice?
A apólice é um documento emitido pela seguradora que oficializa a contratação do seguro. Nela, ficam descritas as obrigações e direitos, cláusulas, condições e riscos para os quais aquele contrato está sendo celebrado.
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